sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Imprimindo transparências- Design

Ao primeiro olhar você logo deve pensar que nem eu: ih, lá vem mais uma montagem de algum sabichão de Photoshop. Aí é que nos enganamos. O originalíssimo Caytano Ferrer utiliza apenas impressões em alta qualidade alteradas por ele e as coloca na rua. É a direção de arte saindo do computador e interagindo com o ambiente, literalmente.
Muitas vezes elas podem até passar despercebidas, mas ao olho crítico são uma BELA sacada.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ponta Fina- Sketchbook- Arte

O trabalho realizado foi feito com caneta gel simples (piloto), às vezes também "PITT Artist Pen" Faber-Castell
O cara apenas faz um esboço muito áspera com um lápis. Fantástico!


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Eco bike

Projeto do designer Alessio D'Onofrio, o conceito de bike ecológica vem para atender todas as ocasiões, especialmente para passeios onde é preciso carregar diversas tranqueiras na bagagem.
Com o tema central "Bike for the Park", Alessio D'Onofrio trouxe na bike módulos de engates para que possa desde carregar as tranqueiras como a barraca de acampar, até espaço suficiente para o lixo na hora de ir embora.
Da bike para os engates, o designer projetou conectores semi-rigidos na traseira, proporcionando melhor mobilidade para qualquer tipo de terreno. Além disso, a eco-Bike dá uma ajudinha extra com um motor elétrico.













Velha e boa caneta esferográfica, BIC- Arte


Juan Francisco Casas é um artista espanhol de 33 anos que consegue a proeza de fazer impressionantes desenhos realísticos usando apenas a boa e velha caneta Bic azul.
O processo é assim: de uma foto digital, Juan amplia a imagem obtida e a transforma em enormes painéis desenhados a mão. E não tem nada de Photoshop. É pura habilidade mesmo.
O trabalho desse artista é bem conhecido na Europa e leva o nome de Ballpoint Artworks. Freqüentemente, expõe seus desenhos na Galeria Fernando Pradilla, em Madri.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Hiper Realismo- Arte

Hiper-realismo é um gênero de pintura e escultura semelhante a uma fotografia de alta resolução. Hyperreal pinturas e esculturas não são rigorosas interpretações de fotografias, nem são ilustrações literal de uma determinada cena ou o assunto. Em vez disso, eles utilizam adicionais, muitas vezes sutis, elementos pictóricos para criar a ilusão da realidade. Apresentamos a seguir exemplo de trabalho de alguns dos melhores pintores hiper-realista lá fora.
Roberto BernardiRoberto Bernardi nasceu em Todi, em 1974. Sua data das primeiras obras a partir de meados dos anos oitenta, e, enquanto um jovem estudante, ele se dedicou ao estudo da pintura renascentista e técnica pictórica, que mais tarde provou ser extremamente importante no desenvolvimento da sua criatividade pessoal. Em 1993 ele se mudou para Roma, onde trabalhou como restaurador da igreja de San Fransesco a Ripa. Após esta experiência, ele se dedicou em tempo integral à criação de suas próprias obras hiper-realista.
HypeEric ChristensenChristensen começou a desenvolver seu interesse pela pintura, bem como a botânica, a música clássica, e cozinha gourmet como uma criança, em Salt Lake City, Utah. Com o tempo ele adquiriu um conhecimento comandando em cada um desses campos, que mesclou a torná-lo o mais proeminente artista de hoje. Além de seus interesses, Christensen também deriva a inspiração do país do vinho em torno de sua casa, que invariavelmente é retratado em suas pinturas.



sexta-feira, 1 de outubro de 2010

À Manuela

Não deixa de ser curioso, especialmente quando vc não se achava capaz, descobrir que vc pode sim sentir um amor que pode te anular, que é maior que vc, um amor que doi e deixa o coração apertado, um amor humilde, silencioso... e causado por uma "espé...cie de mini-me", que te pede tão pouquinho em troca, um beijo de boa noite, bumbum limpinho, comidinha quente e colo capaz de proteger dos "monstros"... te espera com os olhos que sofrem pra ficarem abertos e o cabelo todo bagunçado pela soneca tirada no sofá... e te recompensa com um sorriso aberto e um beijinho no rosto no final do dia... então nada + importa, contanto que vc possa receber aquele beijo todos os dias.

Amo vc minha linda filha Manuela.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O preço da felicidade





Quanto você pagaria para obter seu maior sonho realizado? Até onde seria capaz de ir?
Costumamos ouvir que a felicidade não tem preço. Há pessoas que dizem, sem muito refletir, que fariam qualquer coisa para serem felizes. Mas na verdade há limites.
As pessoas não são felizes e não realizam seus sonhos, porque no fundo não estão dispostas a pagar qualquer preço. Querem obter tudo gratuitamente. Como o maná caído do céu, bastando abrir as mãos.
Mas felicidade tem preço de renúncia. Ninguém obtém seus desejos completamente sem ter que renunciar a uma ou mais coisas. Abrindo-se a mão para receber, larga-se também. É o que impede as pessoas de serem felizes, porque renúncia é uma palavra que quase ninguém gosta.
Tente pensar em abandonar sua vida, com tudo o que você tem e construiu, mas que não te dá satisfação, e ir correr o mundo atrás daquilo que seu coração mais deseja. Você não vai querer. Não, porque te falta coragem para renunciar à sua existência, mesmo se medíocre, porque é isso que te dá segurança. Pode não ser boa, mas é palpável, é o que você tem. 
Muitos se enganam quando pensam que querem felicidade. Para alguns basta ter segurança. Basta não, porque na verdade nunca estão completamente satisfeitos. Haverá sempre um vazio de não sei o quê, sempre a sensação de que falta algo. Só a felicidade pode preencher uma alma e dar plenitude à vida. Só a esperança mantém uma pessoa viva.
Há os que se apegam a isso custe o que custar e correm atrás dos seus sonhos. Eles se decepcionam muitas vezes, mas nunca desistem. Sabem que tentam e isso já é o bastante. Vivem não através dos outros, mas deles mesmos.
Outros preferem ficar como platéia. Falta coragem para subir no palco da vida. A felicidade existe, mas parece utopia, ou não é coisa pra eles. O preço para ser feliz é alto demais, arriscado demais.
Mas quem sabe não é esse o charme da vida? O fato de sermos todos diferentes, de nos contentarmos de maneiras diferentes? Alguns gostam de ser estrelas; outros se satisfazem vivendo do brilho delas. E, no fim das contas, o importante mesmo é se sentir feliz, sendo o que se é, com o que se tem.
Quem não quer abrir mão do que tem para ser feliz de outra maneira, que pelo menos o seja do jeito que escolheu. E que o seja plenamente!